Aniversários

Este blog foi criado para fotos de aniversários, dicas de lembrancinhas, centros de mesa, e afins. Todas as fotos foram garimpadas pela internet, não trabalho com festas apenas sou admiradora

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Terra Blog

25.10.08

Blogagem coletiva - Bater em criança é Covardia








Dia Mundial Pela Prevenção da Violência Doméstica Contra Crianças e Adolescentes

20 - Convenção sobre os direitos da criança (Adotada em Assembléia Geral das Nações Unidas em 20 de novembro de 1989)

20 - Declaração Universal dos Direitos da Criança (Declaração aprovada, por unanimidade, pela Assembléia Geral das Nações Unidas - ONU em 20 de novembro de 1959)


Estou apoianda a causa junto com a Comunidade ¨PEDIATRIA RADICAL¨.

http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1651309&tid=5260666537609893728&na=1&nst=1

PEDAGOGIA DA PALMADA
Quem já não presenciou uma cena de birra de criança? E um adolescente discutindo com os pais, batendo porta? Educar não é fácil e os pais questionam como proceder para impor limites. Este é o tema do “Hoje em Família”.

O sangue esquenta, a paciência acaba... Os pais admitem que às vezes dão uns gritos, uma puxadinha de orelha ou umas palmadas. É um descontrole geral!

A maioria das cenas acontece em lugares públicos. É para testar os limites mesmo. Mas muita calma nessa hora: conte até dez, respire fundo. Em casos de birra, só há uma saída. "O que não pode ter depois de uma birra é que esta criança consiga aquilo que foi negado”, diz o Leonardo Posternak, pediatra.

E para quem passa dos limites? O Dr. Içami Tiba, psiquiatra, fala sobre a pedagogia do tapa: “Sou contra. Já fui à favor, mas nesse tempo a sociedade evoluiu, os costumes mudaram e as crianças são diferentes”.

“Quando era pequeno também ganhei umas palmadinhas. Eu acho que palmadinha na bunda de criança quando faz arte não faz mal pra ninguém”, diz Marcos Bittencourt, funcionário público. “Eu acho que não. Na época passada isso permitia, hoje não. Hoje você tem que manter o diálogo com o filho. Essa coisa de palmatória não cola mais”, diz Dionísio Beskow, professor. “De repente, dar umas palmadas porque eles têm que obedecer”, diz Janete Rosa da Silva, recepcionista.

"Eu acho que o tapa significa a maior demonstração de um adulto impotente que perde a sua capacidade de diálogo e de compreensão para com seu filho criança e passa a domesticá-lo como a gente domestica o nosso cachorrinho”, explicou o Dr. Posternak.

Dr. Içami Tiba afirma que uma palmada seria uma porta de entrada para uma violência doméstica. “Uma porta de entrada e um ensinamento pra criança que quando ela perder a razão que parte para a emoção”, diz.

E não é só bater não. Gritar e xingar também humilham a criança. Você gostaria de ser tratado assim? Lembre-se: os pequenos imitam os grandes, você é o maior exemplo para o seu filho.

“Ele repetiu a violência, veio com um chinelo em cima de mim, dizendo: mãe eu vou te dar uma chinelada porque tu fez isso que eu não gostei’”, contou Andrea Veronezzi, enfermeira. Uma pesquisa mostrou que 60% dos pais foram educados com palmadas. E a história se repete. “Quando eu for pai, se for preciso, eu bato”, afirmou um garoto. E bate mesmo, porque levou. "Chama-se memória corporal. A criança crescida em vez de raciocinar ela já parte pra uma reação baseada na memória corporal”, afirmou o Dr. Içami Tiba.

Fica marcado na criança. Fica marcado nos pais. Em algum momento, Ana Lúcia, Sue, Cristina, sentiram esse peso. “Seja um tapinha leve, você está invadindo aquela criança. E eu passei a essa opção de estar conversando e de fazer a educação através do exemplo também”, diz Ana Lúcia Resende, psicóloga.

“A conversa não resolveu, o castigo não resolveu, então vamos lá na palmadinha. É seu filho, vai ter um carinho com ele, aquilo ali vai ser pro bem dele e tudo certo”, afirma Sue Gonçalves, técnica em enfermagem.

“Eu recorri à palmada, só que eu fiquei super mal depois, chorei, me senti culpada porque eu não achava que era o correto, não era assim que eu achava que eu deveria educar a minha filha”a, admitiu Cristina Lima, jornalista.

Na hora da culpa, desculpas... Mas desculpas de verdade, senhores pais! “Bater, pedir desculpas e bater outra vez, então ele não pediu desculpas, ele não aprendeu com aquilo”, explica o psiquiatra, que explica por que é tão difícil dizer não para um filho: “Porque dói o coração da gente, dói, dói”.

E o que fazer pra ninguém sair machucado? “Quando ele está muito medonho, eu coloco no quarto”, disse Andrea. “Isso funcionava quando o quarto era um lugar muito chato de ficar. Não tinha computador, telefone, nada”, diz o Dr. Içami Tiba. “Coloco todos no sofá. Tem que pedir desculpa pro irmão, abraçar, beijar, é assim que eu faço”, disse uma mãe. “Eu tiro o que eles mais gostam”, disse outra. “Eu aprendi agora que é tirar o que ela mais gosta, que é brincar, é assistir televisão. Aí pronto, tirando não precisa mais bater não”, garantiu uma outra mamãe.

Regras claras, explicar o porquê de cada não, cobrar do filho o que aprendeu. Tudo isso cria cumplicidade, comprometimento, responsabilidade. “O caminho certo ninguém descobriu, eu acho que a gente vai tentando, às vezes errando, às vezes acertando”.

“Eu estou descobrindo que a conversa é a melhor forma. Não tem uma fórmula, não tem um manual, a gente aprende no dia-a-dia, no cotidiano, e é, cada dia a gente vai aprendendo a ser mãe”, disse Cristina.

“Não adianta usar palmada, que é um recurso antigo, para uma criança que é nova. Nós temos que nos adaptar. A punição não educa. O que educa é ele ter errado e aprendido em cima”, explicou Içami Tiba, psiquiatra.


Fonte: Jornal Hoje

Punições corporais e psicológicas contra crianças e adolescentes, como palmadas, chineladas e ameaças, são práticas habituais em quase todas as sociedades. Encarados como ferramentas essenciais para a disciplina, estes castigos, que variam em intensidade, estão presentes em muitas casas, escolas e outras instituições.

Embora para o senso comum, a “Pedagogia da Palmada” seja simplesmente um instrumento corretivo (ou preventivo), ela encerra um problema muito maior que é a banalização do uso da violência como meio de solucionar conflitos. Além disso, ensina a criança que a violência é uma maneira plausível e aceitável de se solucionar conflitos e diferenças, principalmente quando você está em uma posição de vantagem física frente ao outro.

O castigo físico e humilhante imposto à infância poderá ter reflexos negativos ao longo da vida da criança. Ademais, constituem uma violação aos Direitos Humanos fundamentais, atentando contra a dignidade humana e a integridade física das crianças.

Fonte: http://www.naobataeduque.org.br/site/home/index.php

07.03.08

Centros de mesa lindos

Piruliteiro Moranguinho - Claúdia Ramalho



Centro de mesa moranguinho - Baldinho




Centros de mesa variados pela internet
Fazendinha

Centro de mesa Espantalho


fotoblog. www.adrianartes.nafoto.net

fotoblog. www.adrianartes.nafoto.net
Centro de mesa Luciene Festas Infantis






Mini Balde







fotoblog. www.adrianartes.nafoto.net
Centro de mesa niver Caio



Centro de mesa circo







Variados












Centro de Mesa niver da Júlia (Lanlan)



Vasinho EVA






06.03.08

Lembrancinhas com Material Reciclável

Tem um blog maravilhoso que ensina lindos Fantoches Dedoches e muitas outras coisas lindas e tirei algumas coisas que achei fácil e muito útil:
Site:http://blog.orolix.com.br/blog/brincandoeducando/

Fantoche no palito - Palito de picolé



Lembrancinha Leão Garrafa Pet



Porta lápis Sapinho latinha de molho de tomate e EVA
(Esse é em homenagem a Janete da "mamães de Fortaleza")



Porta recado feito em EVA - Pode ser feito de acordo com o tema



Porta guardanapo




04.03.08

Mesa de sanduiches - Mesas Material descartável...

 Mesa para crianças - Material descartável.









Mesa de Sanduíches









Branca de Neve



Floresta ou Safari








Docinhos de Palhacinho





28.02.08

Bolos lindos pela Internet...

Bolo Cocoricó





Chá de Baby






Bolo Floresta ou Safari







Branca de Neve - Emiliana



Bob Esponja - Emiliana



Turma da Mônica - Aniversário Rafaela 02 anos
Rosinha Fest Bolos



Bolo Jardim encantado



Bolo Jardim Encantado - Rosinha Fest Bolos



Bolo Sinhinho



Bolo Circo



Bolo Hello Kitty



Bolo Fundo do Mar


Bolo Chocolate- Velas lindas



Bolo Backyardigans






Historia dos Bolos Decorados no Brasil


A história da confeitaria e especificamente dos bolos, no Brasil, se desenvolveu tendo como pano de fundo a miscigenação tão cracterística de nosso país. A princípio, os doces conventuais portugueses se difundiram, mas logo foram sendo enriquecidos por ingredientes nativos, como frutas em geral e mandioca. O constante contato com Portugal fazia com que chegasse ao Brasil todas as novidades e modas na corte portuguesa, vindo daí as primeiras influências da confeitaria francesa.
O ciclo da cana-de-açúcar teve também papel fundamental, pois havia abundância de matéria prima para a produção de doces.
Nos Engenhos e fazendas, fazia parte do lazer das Sinhás o preparo de doces, bolos e compotas, além de ser uma habilidade fundamental para as jovens. Surgiram receitas desenvolvidas pelas ricas famílias do nordeste, conservadas à sete chaves:Bolo Souza Leão, Bolo Fonseca Ramos, Bolo Luís Felipe, e outras feitas em homenagem à personalidades em geral.

As ordens religiosas portuguesas tiveram grande influência. Trouxeram o hábito de produzir doces nos conventos, que se justificava por variados motivos:Em Portugal, foram os conventos os responsáveis pelo desenvolvimento das melhores técnicas de cozinha, pois há séculos serviam de hospedagem para Reis e Rainhas quando viajavam. Por outro lado, quando o Marques de Pombal impôs sérias restrições financeiras às Ordens religiosas, estas começaram a produzir doces para vender e garantir sua sobrevivência.

No Brasil, incorporou-se a mandioca às receitas, muitas vezes em substituição à farinha de trigo, ingrediente escasso A massa de mandioca tornou-se o ingrediente principal de bolos absolutamente espetaculares. O uso do leite de coco, costume trazido pelos escravos de Moçambique, também marcou nossa confeitaria.
Segundo o livro "História da Confeitaria no Mundo", o bolo das Bodas de Prata da princesa Isabel, com Conde d´Eu, em outubro de 1889, foi um bolo de massa de mandioca:
"Massa de mandioca mole ou carimã, leite de coco, gema e clara de ovos, açúcar branco, sal e manteiga. Mistura-se bem e peneira-se amassa, levando-a a assar em forma untada de manteiga. Uns quarenta minutos, em forno esperto. Está no ponto quando, metendo-se um palito, este sai enxuto. Tira-se com cuidado da forma porque o bolo pode partir-se. A ciência é conseguir a crosta bem assada e o conteúdo ligado mas tenro por igual."

Os primeiros doces genuinamente brasileiros foram o pé-de-moleque, a paçoca a rapadura, a mãe benta (espécie de broa), a cocada, os Quindins de Iaiá, além dos bolos de mandioca.

O primeiro bolo de farinha a se adaptar no Brasil foi o Pão-de-ló, de origem portuguesa. Rapidamente, tornou-se bastante popular, e até hoje, é um dos preferidos para bolos recheados. Antigamente, e sobretudo em Portugal, era hábito consumir o pão-de-ló em fatias, torradas, acompanhando o chá, café ou vinho do Porto.

Os imigrantes europeus tiveram enorme influência nos hábitos brasileiros, inclusive na confeitaria. Ingredientes, técnicas e receitas foram introduzidas a partir do início de século XX.

Os bolos decorados fazem parte das festas e casamentos brasileiros já há muito tempo. Há registros que em 18 de dezembro de 1904, o Barão da Aliança ofereceu um banquete, em sua fazenda, no Vale do Paraíba, ao futuro presidente do Brasil, Nilo Peçanha. Ao final do jantar, foi servido um bolo decorado com fondant e glacê real, recheado com ganache, batizado de Gâteau Supreme (Bolo Supremo).