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	<title>Anivers&#225;rios</title>
	<subtitle type="html">Este blog foi criado para fotos de anivers&#225;rios, dicas de lembrancinhas, centros de mesa, e afins.
Todas as fotos foram garimpadas pela internet, n&#227;o trabalho com festas apenas sou admiradora</subtitle>
	<updated>25.10.08 20:53:54</updated>
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	<tagline>Este blog foi criado para fotos de anivers&#225;rios, dicas de lembrancinhas, centros de mesa, e afins.
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Blogagem coletiva - Bater em crian&#231;a &#233; Covardia</title>
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		    <updated>19.11.08 20:53:54</updated>
		    <published>25.10.08 18:12:30</published> 
		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR"> Dia Mundial Pela Preven&#231;&#227;o da Viol&#234;ncia Dom&#233;stica Contra Crian&#231;as e Adolescentes20 - Conven&#231;&#227;o sobre os direitos da crian&#231;a (Adotada em Assembl&#233;ia Geral das Na&#231;&#245;es Unidas em 20 de novembro de 1989)20 - Declara&#231;&#227;o Universal dos Direitos da Crian&#231;a (Declara&#231;&#227;o aprovada, por unanimidade, pela Assembl&#233;ia Geral das Na&#231;&#245;es Unidas - ONU em 20 de novembro de 1959)Estou apoianda a causa junto com a Comunidade &#168;PEDIATRIA RADICAL&#168;.http://www.orkut.com.br/Main#CommMsgs.aspx?cmm=1651309&#38;tid=5260666537609893728&#38;na=1&#38;nst=1PEDAGOGIA DA PALMADAQuem j&#225; n&#227;o presenciou uma cena de birra de crian&#231;a? E um adolescente discutindo com os pais, batendo porta? Educar n&#227;o &#233; f&#225;cil e os pais questionam como proceder para impor limites. Este &#233; o tema do &#8220;Hoje em Fam&#237;lia&#8221;.O sangue esquenta, a paci&#234;ncia acaba... Os pais admitem que &#224;s vezes d&#227;o uns gritos, uma puxadinha de orelha ou umas palmadas. &#201; um descontrole geral!A maioria das cenas acontece em lugares p&#250;blicos. &#201; para testar os limites mesmo. Mas muita calma nessa hora: conte at&#233; dez, respire fundo. Em casos de birra, s&#243; h&#225; uma sa&#237;da. &#34;O que n&#227;o pode ter depois de uma birra &#233; que esta crian&#231;a consiga aquilo que foi negado&#8221;, diz o Leonardo Posternak, pediatra.E para quem passa dos limites? O Dr. I&#231;ami Tiba, psiquiatra, fala sobre a pedagogia do tapa: &#8220;Sou contra. J&#225; fui &#224; favor, mas nesse tempo a sociedade evoluiu, os costumes mudaram e as crian&#231;as s&#227;o diferentes&#8221;.&#8220;Quando era pequeno tamb&#233;m ganhei umas palmadinhas. Eu acho que palmadinha na bunda de crian&#231;a quando faz arte n&#227;o faz mal pra ningu&#233;m&#8221;, diz Marcos Bittencourt, funcion&#225;rio p&#250;blico. &#8220;Eu acho que n&#227;o. Na &#233;poca passada isso permitia, hoje n&#227;o. Hoje voc&#234; tem que manter o di&#225;logo com o filho. Essa coisa de palmat&#243;ria n&#227;o cola mais&#8221;, diz Dion&#237;sio Beskow, professor. &#8220;De repente, dar umas palmadas porque eles t&#234;m que obedecer&#8221;, diz Janete Rosa da Silva, recepcionista.&#34;Eu acho que o tapa significa a maior demonstra&#231;&#227;o de um adulto impotente que perde a sua capacidade de di&#225;logo e de compreens&#227;o para com seu filho crian&#231;a e passa a domestic&#225;-lo como a gente domestica o nosso cachorrinho&#8221;, explicou o Dr. Posternak.Dr. I&#231;ami Tiba afirma que uma palmada seria uma porta de entrada para uma viol&#234;ncia dom&#233;stica. &#8220;Uma porta de entrada e um ensinamento pra crian&#231;a que quando ela perder a raz&#227;o que parte para a emo&#231;&#227;o&#8221;, diz.E n&#227;o &#233; s&#243; bater n&#227;o. Gritar e xingar tamb&#233;m humilham a crian&#231;a. Voc&#234; gostaria de ser tratado assim? Lembre-se: os pequenos imitam os grandes, voc&#234; &#233; o maior exemplo para o seu filho.&#8220;Ele repetiu a viol&#234;ncia, veio com um chinelo em cima de mim, dizendo: m&#227;e eu vou te dar uma chinelada porque tu fez isso que eu n&#227;o gostei&#8217;&#8221;, contou Andrea Veronezzi, enfermeira. Uma pesquisa mostrou que 60% dos pais foram educados com palmadas. E a hist&#243;ria se repete. &#8220;Quando eu for pai, se for preciso, eu bato&#8221;, afirmou um garoto. E bate mesmo, porque levou. &#34;Chama-se mem&#243;ria corporal. A crian&#231;a crescida em vez de raciocinar ela j&#225; parte pra uma rea&#231;&#227;o baseada na mem&#243;ria corporal&#8221;, afirmou o Dr. I&#231;ami Tiba.Fica marcado na crian&#231;a. Fica marcado nos pais. Em algum momento, Ana L&#250;cia, Sue, Cristina, sentiram esse peso. &#8220;Seja um tapinha leve, voc&#234; est&#225; invadindo aquela crian&#231;a. E eu passei a essa op&#231;&#227;o de estar conversando e de fazer a educa&#231;&#227;o atrav&#233;s do exemplo tamb&#233;m&#8221;, diz Ana L&#250;cia Resende, psic&#243;loga.&#8220;A conversa n&#227;o resolveu, o castigo n&#227;o resolveu, ent&#227;o vamos l&#225; na palmadinha. &#201; seu filho, vai ter um carinho com ele, aquilo ali vai ser pro bem dele e tudo certo&#8221;, afirma Sue Gon&#231;alves, t&#233;cnica em enfermagem.&#8220;Eu recorri &#224; palmada, s&#243; que eu fiquei super mal depois, chorei, me senti culpada porque eu n&#227;o achava que era o correto, n&#227;o era assim que eu achava que eu deveria educar a minha filha&#8221;a, admitiu Cristina Lima, jornalista.Na hora da culpa, desculpas... Mas desculpas de verdade, senhores pais! &#8220;Bater, pedir desculpas e bater outra vez, ent&#227;o ele n&#227;o pediu desculpas, ele n&#227;o aprendeu com aquilo&#8221;, explica o psiquiatra, que explica por que &#233; t&#227;o dif&#237;cil dizer n&#227;o para um filho: &#8220;Porque d&#243;i o cora&#231;&#227;o da gente, d&#243;i, d&#243;i&#8221;.E o que fazer pra ningu&#233;m sair machucado? &#8220;Quando ele est&#225; muito medonho, eu coloco no quarto&#8221;, disse Andrea. &#8220;Isso funcionava quando o quarto era um lugar muito chato de ficar. N&#227;o tinha computador, telefone, nada&#8221;, diz o Dr. I&#231;ami Tiba. &#8220;Coloco todos no sof&#225;. Tem que pedir desculpa pro irm&#227;o, abra&#231;ar, beijar, &#233; assim que eu fa&#231;o&#8221;, disse uma m&#227;e. &#8220;Eu tiro o que eles mais gostam&#8221;, disse outra. &#8220;Eu aprendi agora que &#233; tirar o que ela mais gosta, que &#233; brincar, &#233; assistir televis&#227;o. A&#237; pronto, tirando n&#227;o precisa mais bater n&#227;o&#8221;, garantiu uma outra mam&#227;e.Regras claras, explicar o porqu&#234; de cada n&#227;o, cobrar do filho o que aprendeu. Tudo isso cria cumplicidade, comprometimento, responsabilidade. &#8220;O caminho certo ningu&#233;m descobriu, eu acho que a gente vai tentando, &#224;s vezes errando, &#224;s vezes acertando&#8221;.&#8220;Eu estou descobrindo que a conversa &#233; a melhor forma. N&#227;o tem uma f&#243;rmula, n&#227;o tem um manual, a gente aprende no dia-a-dia, no cotidiano, e &#233;, cada dia a gente vai aprendendo a ser m&#227;e&#8221;, disse Cristina.&#8220;N&#227;o adianta usar palmada, que &#233; um recurso antigo, para uma crian&#231;a que &#233; nova. N&#243;s temos que nos adaptar. A puni&#231;&#227;o n&#227;o educa. O que educa &#233; ele ter errado e aprendido em cima&#8221;, explicou I&#231;ami Tiba, psiquiatra.Fonte: Jornal HojePuni&#231;&#245;es corporais e psicol&#243;gicas contra crian&#231;as e adolescentes, como palmadas, chineladas e amea&#231;as, s&#227;o pr&#225;ticas habituais em quase todas as sociedades. Encarados como ferramentas essenciais para a disciplina, estes castigos, que variam em intensidade, est&#227;o presentes em muitas casas, escolas e outras institui&#231;&#245;es.Embora para o senso comum, a &#8220;Pedagogia da Palmada&#8221; seja simplesmente um instrumento corretivo (ou preventivo), ela encerra um problema muito maior que &#233; a banaliza&#231;&#227;o do uso da viol&#234;ncia como meio de solucionar conflitos. Al&#233;m disso, ensina a crian&#231;a que a viol&#234;ncia &#233; uma maneira plaus&#237;vel e aceit&#225;vel de se solucionar conflitos e diferen&#231;as, principalmente quando voc&#234; est&#225; em uma posi&#231;&#227;o de vantagem f&#237;sica frente ao outro.O castigo f&#237;sico e humilhante imposto &#224; inf&#226;ncia poder&#225; ter reflexos negativos ao longo da vida da crian&#231;a. Ademais, constituem uma viola&#231;&#227;o aos Direitos Humanos fundamentais, atentando contra a dignidade humana e a integridade f&#237;sica das crian&#231;as.Fonte: http://www.naobataeduque.org.br/site/home/index.php</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Centros de mesa lindos</title>
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		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Piruliteiro Moranguinho - Cla&#250;dia RamalhoCentro de mesa moranguinho - BaldinhoCentros de mesa variados pela internetFazendinhaCentro de mesa Espantalhofotoblog. www.adrianartes.nafoto.netfotoblog. www.adrianartes.nafoto.netCentro de mesa Luciene Festas InfantisMini Balde fotoblog. www.adrianartes.nafoto.netCentro de mesa  niver Caio Centro de mesa circoVariadosCentro de Mesa niver da J&#250;lia (Lanlan)Vasinho EVA</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Lembrancinhas com Material Recicl&#225;vel</title>
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		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Tem um blog  maravilhoso que ensina lindos Fantoches Dedoches e muitas outras coisas lindas e tirei algumas coisas que achei f&#225;cil e muito &#250;til:Site:http://blog.orolix.com.br/blog/brincandoeducando/Fantoche no palito - Palito de picol&#233;Lembrancinha Le&#227;o Garrafa Pet Porta l&#225;pis Sapinho latinha de molho de tomate e EVA(Esse &#233; em homenagem a Janete da  &#34;mam&#227;es de Fortaleza&#34;)Porta recado feito em EVA - Pode ser feito de acordo com o temaPorta guardanapo </content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Mesa de sanduiches - Mesas Material descart&#225;vel...</title>
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		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">&#160;Mesa para crian&#231;as - Material descart&#225;vel.Mesa de Sandu&#237;chesBranca de NeveFloresta ou SafariDocinhos de Palhacinho</content>
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		    <title type="text/plain" mode="xml">Bolos lindos pela Internet...</title>
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		    <content type="text/xhtml" mode="escaped" xml:lang="pt-BR">Bolo Cocoric&#243;Ch&#225; de BabyBolo Floresta ou Safari Branca de Neve - EmilianaBob Esponja - EmilianaTurma da M&#244;nica - Anivers&#225;rio Rafaela 02 anosRosinha Fest BolosBolo Jardim encantadoBolo Jardim Encantado - Rosinha Fest Bolos Bolo Sinhinho Bolo CircoBolo Hello KittyBolo Fundo do MarBolo Chocolate- Velas lindasBolo BackyardigansHistoria dos Bolos Decorados no Brasil A hist&#243;ria da confeitaria e especificamente dos bolos, no Brasil, se desenvolveu tendo como pano de fundo a miscigena&#231;&#227;o t&#227;o cracter&#237;stica de nosso pa&#237;s. A princ&#237;pio, os doces conventuais portugueses se difundiram, mas logo foram sendo enriquecidos por ingredientes nativos, como frutas em geral e mandioca. O constante contato com Portugal fazia com que chegasse ao Brasil todas as novidades e modas na corte portuguesa, vindo da&#237; as primeiras influ&#234;ncias da confeitaria francesa.O ciclo da cana-de-a&#231;&#250;car teve tamb&#233;m papel fundamental, pois havia abund&#226;ncia de mat&#233;ria prima para a produ&#231;&#227;o de doces.Nos Engenhos e fazendas, fazia parte do lazer das Sinh&#225;s o preparo de doces, bolos e compotas, al&#233;m de ser uma habilidade fundamental para as jovens. Surgiram receitas desenvolvidas pelas ricas fam&#237;lias do nordeste, conservadas &#224; sete chaves:Bolo Souza Le&#227;o, Bolo Fonseca Ramos, Bolo Lu&#237;s Felipe, e outras feitas em homenagem &#224; personalidades em geral.As ordens religiosas portuguesas tiveram grande influ&#234;ncia. Trouxeram o h&#225;bito de produzir doces nos conventos, que se justificava por variados motivos:Em Portugal, foram os conventos os respons&#225;veis pelo desenvolvimento das melhores t&#233;cnicas de cozinha, pois h&#225; s&#233;culos serviam de hospedagem para Reis e Rainhas quando viajavam. Por outro lado, quando o Marques de Pombal imp&#244;s s&#233;rias restri&#231;&#245;es financeiras &#224;s Ordens religiosas, estas come&#231;aram a produzir doces para vender e garantir sua sobreviv&#234;ncia.No Brasil, incorporou-se a mandioca &#224;s receitas, muitas vezes em substitui&#231;&#227;o &#224; farinha de trigo, ingrediente escasso A massa de mandioca tornou-se o ingrediente principal de bolos absolutamente espetaculares. O uso do leite de coco, costume trazido pelos escravos de Mo&#231;ambique, tamb&#233;m marcou nossa confeitaria.Segundo o livro &#34;Hist&#243;ria da Confeitaria no Mundo&#34;, o bolo das Bodas de Prata da princesa Isabel, com Conde d&#180;Eu, em outubro de 1889, foi um bolo de massa de mandioca:&#34;Massa de mandioca mole ou carim&#227;, leite de coco, gema e clara de ovos, a&#231;&#250;car branco, sal e manteiga. Mistura-se bem e peneira-se amassa, levando-a a assar em forma untada de manteiga. Uns quarenta minutos, em forno esperto. Est&#225; no ponto quando, metendo-se um palito, este sai enxuto. Tira-se com cuidado da forma porque o bolo pode partir-se. A ci&#234;ncia &#233; conseguir a crosta bem assada e o conte&#250;do ligado mas tenro por igual.&#34;Os primeiros doces genuinamente brasileiros foram o p&#233;-de-moleque, a pa&#231;oca a rapadura, a m&#227;e benta (esp&#233;cie de broa), a cocada, os Quindins de Iai&#225;, al&#233;m dos bolos de mandioca.O primeiro bolo de farinha a se adaptar no Brasil foi o P&#227;o-de-l&#243;, de origem portuguesa. Rapidamente, tornou-se bastante popular, e at&#233; hoje, &#233; um dos preferidos para bolos recheados. Antigamente, e sobretudo em Portugal, era h&#225;bito consumir o p&#227;o-de-l&#243; em fatias, torradas, acompanhando o ch&#225;, caf&#233; ou vinho do Porto.Os imigrantes europeus tiveram enorme influ&#234;ncia nos h&#225;bitos brasileiros, inclusive na confeitaria. Ingredientes, t&#233;cnicas e receitas foram introduzidas a partir do in&#237;cio de s&#233;culo XX.Os bolos decorados fazem parte das festas e casamentos brasileiros j&#225; h&#225; muito tempo. H&#225; registros que em 18 de dezembro de 1904, o Bar&#227;o da Alian&#231;a ofereceu um banquete, em sua fazenda, no Vale do Para&#237;ba, ao futuro presidente do Brasil, Nilo Pe&#231;anha. Ao final do jantar, foi servido um bolo decorado com fondant e glac&#234; real, recheado com ganache, batizado de G&#226;teau Supreme (Bolo Supremo).</content>
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